Bulas de Remédios

As bulas constantes no ER Clinic são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Apresentação

Embalagem com 30 comprimidos revestidos Uso Oral Uso Adulto Cada comprimido revestido contém: Biconcor 2.5/ 6.25 Fumarato de bisprolol 2,5 mg / hidroclorotiazida 6,25 mg Excipientes: amido de milho, amido de milho pré-gelatinizado, crospovidona, fosfato de cálcio dibásico anidro, celulose microcristalina, estearato de magnésio, Opadry amarelo Biconcor 5/ 6.25 Fumarato de bisprolol 5mg/ hidroclorotiazida 6,25mg Excipientes: amido de milho, fosfato de cálcio dibásico anidro, celulose microcristalina, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, Opadry rosa Biconcor 10/ 6.25 Fumarato de bisprolol 10 mg/ hidroclorotiazida 6,25 mg Excipientes: amido de milho, fosfato de cálcio dibásico anidro, celulose microcristalina, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, Opadry branco

Indicações

Hipertensão arterial.

Contra-indicações

Biconcor é contra-indicado para pacientes com: · hipersensibilidade ao bisoprolol, hidroclorotiazida, outras tiazidas, sulfonamidas ou aqualquer um dos excipientes. · Insuficiência cardíaca aguda ou durante episódios de insuficiência cardíaca descompensada que requeira terapia inotrópica intravenosa · choque cardiogênico · bloqueio AV de II e III graus (sem marca passo) · doença do nó sinusal · bloqueio sinoatrial · bradicardia sintomática · asma brônquica severa ou doença pulmonar obstrutiva crônica severa · formas severas da Síndrome de Raynaud ou formas severas de doença arterial oclusiva periférica · feocromocitoma não tratado · dano renal severo (clearance da creatinina < 30 mL/min), dano hepático severo · dano hepático severo · acidose metabólica · hipocalemia refratária Este medicamento é contra indicado a crianças de qualquer faixa etária

Advertências

Biconcor deve ser usado com cuidado em pacientes com: · insuficiência cardíaca concomitante · diabetes mellitus com grande flutuação nos valores de glicose no sangue; sintomas de hipoglicemia (ex. Taquicardia, palpitações e transpiração) podem ser mascarados · jejum absoluto · bloqueio AV de primeiro grau · angina de Prinzmetal · doença arterial oclusiva periférica. Agravamento dos sintomas pode ocorrer especialmente no início da terapia. · hipovolemia · comprometimento da função hepática Como em outros beta-bloqueadores, bisoprolol pode aumentar a sensibilização relacionada a alergênicos e a severidade das reações anafiláticas. Isto também se aplica à terapia de dessensibilização. Tratamento com Epinefrina pode, nem sempre, levar ao efeito terapêutico esperado. Pacientes com psoríase ou com histórico de psoríase deverão somente fazer uso de betabloquadores (ex. bisoprolol) após cuidadoso balanço de benefícios contra riscos. Os sintomas de tireotoxicose podem ser mascarados por tratamento com bisoprolol. Em caso de feocromocitoma, só administrar bisoprolol após tratamento com bloqueadores dos receptores alfa-adrenérgicos. Pacientes que sejam submetidos à anestesia geral, beta-bloqueio reduz a incidência de arritmias e isquemia do miocárdio durante a indução e entubação, e período pós-operatório. É recomendado que o betabloqueio seja mantido no período peri-operatório. O anestesista deve ter cautela quanto ao beta-bloqueio devido ao potencial para interações com outros produtos, resultando em bradiarritmias, atenuação da taquicardia reflexa e a redução da habilidade reflexa de compensar perdas sanguíneas. Se for necessária a retirada da terapia de beta-bloqueio antes de cirurgia, deverá ser feito gradualmente e finalizado 48 horas antes da anestesia. Em episódios de asma brônquica severa ou outra doença pulmonar obstrutiva crônica severa, que podem causar sintomas, terapia broncodilatadora concomitante é recomendada. Ocasionalmente um aumento da resistência das vias aéreas pode ocorrer em pacientes com asma. Tal fato, poderá levar ao aumento da dose de beta2-estimulantes Reações de fotosensibilidade podem ocorrer com tiazídicos diuréticos. Caso ocorram reações de fotosensibilidade, recomenda-se a proteção das áreas expostas ao sol ou a luz UVA artificial. Em casos severos, pode ser necessário suspender o tratamento. Administração contínua de hidroclorotiazida pode levar a distúrbios de fluidos e eletrólitos, em particular hipocalemia e hiponatremia, como também hipomagnesemia, hipocloremia e hipocalcemia. Hipocalemia facilita o desenvolvimento de arritmias severas, particularmente, torsade de pointes , que pode ser fatal. Durante terapia de longa duração com Biconcor, recomenda-se monitorar os eletrólitos séricos (especialmente potássio, sódio, cálcio), creatinina e uréia , lipídeos séricos (colesterol e triglicerídeos), ácido úrico assim como glicose sanguínea. Em pacientes com hiperuricemia o risco de ataques de gota pode ser aumentado. Pode haver piora do quadro de alcalose metabólica em função do distúrbio da hemostasia eletrolítica e de fluido. Em pacientes com colelitíase, colecistite aguda foi relatada. Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas Em geral a influência de Biconcor é pouca ou nenhuma na habilidade de dirigir e operar máquinas. Entretanto, dependendo da resposta individual do paciente ao tratamento, a habilidade de dirigir um veículo ou de operar máquinas pode ser prejudicada. Isto deve ser considerado particularmente no início do tratamento, na troca de medicação ou quando há interação com álcool.

Uso na gravidez

Bisoprolol possui efeitos farmacológicos que podem causar efeitos prejudiciais na gravidez e/ou no feto/recém-nascido. Em geral, os bloqueadores beta – adrenoceptores reduzem a perfusão placentária, que é associado ao retardo no crescimento, morte intra-uterina, aborto ou nascimento prematuro. Eventos adversos (ex. hipoglicemia e bradicardia) podem ocorrer no feto e recém-nascido. Se o tratamento com bloqueadores beta – adrenoceptores for necessário, bloqueadores adrenoceptores beta 1 seletivos são os preferenciais Diuréticos podem levar a um aumento da isquemia fetoplacentária com potencial risco à hipotrofia fetal. Suspeita-se que a Hidroclorotiazida pode causar trombocitopenia em neonatos. Biconcor não é recomendado durante a gravidez por conter diuréticos tiazídicos Lactação Biconcor não deve ser administrado em mulheres que estiverem amamentando, pois bisoprolol pode ser e hidroclorotiazida é excretado no leite materno. Hidroclorotiazida pode inibir a produção de leite.

Interações medicamentosas

Combinações não recomendadas Lítio: Biconcor pode intensificar os efeitos cardiotóxicos e neurotóxicos do lítio através da redução da excreção do mesmo. Antagonistas do Cálcio do tipo verapamil e em uma menor extensão do tipo diltiazem: Efeito negativo nos efeitos de contração e condução atrioventricular. Administração intravenosa de verapamil em pacientes em tratamento com beta-bloqueadores pode levar a hipotensão profunda e bloqueio atrioventricular. Agentes anti-hipertensivos com ação central (ex. clonidina, metildopa, moxonodina, rilmenidina): Uso concomitante dos agentes anti-hipertensivos de ação central pode levar a uma redução na freqüência cardíaca, débito cardíaco e vasodilatação. Saída abrupta, particularmente se anterior à descontinuação do beta-bloqueador, pode aumentar o risco de hipertensão de rebote. Combinações a serem administradas com cautela Antagonistas de cálcio do tipo dihidropiridina (ex. nifedipina, anlodipina): Uso concomitante pode aumentar o risco de hipotensão, e um aumento no risco de deterioração da função de bombeamento ventricular em pacientes com insuficiência cardíaca não pode ser desconsiderada. Uso concomitante de outros agentes anti-hipertensivos ou outros produtos medicamentosos com o potencial de redução da pressão sanguínea (ex. antidepressivos tricíclicos, barbituratos, fenotiazínicos) podem aumentar o risco de hipotensão Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina (ECA) (ex. captopril, enalapril), antagonistas de Angiotensina II: Risco de queda significativa na pressão sanguínea e/ou disfunção renal aguda durante o início da terapia com inibidores da ECA em pacientes com depleção de sódio (particularmente em pacientes com estenose da artéria renal) pré – existente. Se a terapia diurética prévia produziu a depleção de sódio, deve-se, ou suspender o diurético 3 dias antes do início da terapia do inibidor da ECA, ou iniciar a terapia com inibidor da ECA em baixa dose. Agentes antiarritmicos classe I (ex. quinidina, disopiramida, lidocaína, fenitoína, flecainida, propafenona): Efeito no tempo de condução atrioventricular pode ser potencializado e efeito inotrópico negativo pode ser aumentado. Agentes antiarrítmicos classe III (ex. amiodarona). Efeito no tempo de condução atrioventricular pode ser potencializado. Agentes antiarrítmicos que podem induzir torsade de pointes (Classe IA ex. quinidina,hidroquinidina, disopiramida, e Classe III ex. amiodarona, sotalol, dofetilide, ibutilide): Hipocalemia pode facilitar a ocorrência de torsades de pointes. Agentes não antiarrítmicos que podem induzir torsade de pointes (ex. astemizol, eritromicina i.v., halofantrina, pentamidina, esparfloxacino, terfenadina, vincamina.): Hipocalemia pode facilitar a ocorrência de torsade de pointes. Agentes parasimpaticomiméticos: Uso concomitante pode aumentar o tempo de condução atrioventricular e o risco de bradicardia. Betabloqueadores tópicos (ex. colírio para tratamento de glaucoma) podem incrementar o efeito sistêmico do bisoprolol. Insulina e agentes antidiabéticos orais: Aumento dos efeitos da redução de açúcar no sangue. Bloqueio dos beta-adrenoceptores pode mascarar os sintomas da hipoglicemia. Agentes anestésicos: Atenuação do reflexo de taquicardia e aumento do risco de hipotensão. Glicosídeos Digitálicos: Aumento do tempo de condução atrioventricular, redução da freqüência cardíaca. Se ocorrer hipocalemia e/ou hipomagnesemia durante o tratamento com Biconcor o miocárdio pode demonstrar sensibilidade aumentada aos glicosídeos cardíacos, levando ao efeito aumentado e a eventos adversos dos glicosídeos. Antiinflamatórios não esteroidais (AINES) : AINES podem reduzir o efeito hipotensivo. Em pacientes que desenvolvem hipovolemia, a administração concomitante de AINES pode desencadear insuficiência renal aguda. Betasimpaticomiméticos (ex. isoprenalina, dobutamina): Combinação com bisoprolol pode reduzir o efeito de ambos os agentes. Simpaticomiméticos que ativam receptores beta e alfa–adrenoceptores (norepinefrina, epinefrina): Combinação com bisoprolol pode evidenciar os efeitos vasoconstrictores mediados por alfa-adrenoceptores desses agentes levando a um aumento da pressão sanguínea e claudicação intermitente exacerbada. Tais interações são consideradas mais próximas aos betabloqueadores não seletivos. Medicamentos espoliadores de potássio (corticóides, ACTH-Hormônio Adreno Corticotrópico, carbenoxolona, anfotericina B, furosemida, ou laxantes): Uso concomitante pode resultar no aumento da perda de potássio. Metildopa: hemólise devido à formação de anticorpos para hidroclorotiazida foi descrita em casos isolados. O efeito dos agentes redutores de ácido úrico pode ser atenuado com administração concomitante de Biconcor . Colestiramina, colestipol: reduzem a absorção do componente hidroclorotiazida do Biconcor . Combinações a serem consideradas: Mefloquina: aumenta o risco de bradicardia Inibidores de Monoamino Oxidase (exceto inibidores MAO-B): O efeito hipotensivo aumentado dos betabloqueadores com risco de crise hipertensiva. Corticosteróides: Efeitos anti-hipertensivos reduzidos (indução de retenção de água e sódio por corticosteróides) Rifampicina: Possível redução leve da meia-vida do bisoprolol devido a indução de enzimas hepáticas que metabolizam o medicamento. Normalmente não há necessidade de ajuste da dosagem. Derivados da Ergotamina: Exacerbação dos distúrbios circulatórios periféricos. Na administração de altas doses de salicilato, o efeito tóxico dos salicilatos no sistema nervoso central pode ser aumentado.

Reações adversas / Efeitos colaterais

Comuns (> 1% e < 10 %), incomuns (> 0.1% e <1%), Raras (> 0.01% e < 0.1%), muito raras (< 0.01%) inclusive casos isolados: Desordens do Sistema sanguíneo e linfático Raras: leucopenia, trombocitopenia Muito rara: agranulocitose Desordens metabólicas e nutricionais Incomuns: perda de apetite, hiperglicemia, hiperuricemia, distúrbios do fluido e balanço eletrolítico (particularmente hipocalemia e hiponatremia, como também hipomagnesemia e hipocloremia, assim como hipercalcemia). Muito rara: alcalose metabólica Desordens Psiquiátricas Incomuns: depressão, desordens do sono Raras: pesadelos, alucinações Desordens do sistema nervoso Comuns: cansaço*, dor de cabeça* Desordens visuais Raras: redução do fluxo de lágrimas (a ser considerado caso o paciente utilize lentes de contato), distúrbios visuais Muito raro: conjuntivite Desordens do ouvido e labirinto Rara: desordens auditivas Desordens cardíacas Incomuns : bradicardia distúrbios da condução AV, piora da insuficiência cardíaca pré-existente Desordens vasculares Comuns: Sensação de frio ou dormência nas extremidades Incomuns: hipotensão ortostática Desordens respiratória, torácica e do mediastino Incomuns: broncoespasmo em pacientes com asma bronquial ou com estória de doença obstrutivas das vias aéreas Rara: rinite alérgica Desordens Gastrointestinais Comuns: náusea, vômito, diarréia, constipação Incomuns: queixas abdominais Muito rara: pancreatite Desordens Hepatobiliares Raras: hepatite, icterícia Desordens da pela e tecido subcutâneo Raras: reações de hipersensibilidade (coceira, rubor, erupção da pele, exantema fotoalérgico, púrpura, urticária) Muito raras: alopecia, lupus eritematoso cutâneo. Betabloqueadores podem provocar ou piorar o quadro de psoríase ou induzir psoríase semelhante a exantema Desordens do tecido conectivo e músculo-esquelético Incomuns: Fraqueza muscular e câimbras Desordens do sistema reprodutor e de mama Raras: desordens da potência Desordens gerais Comum: fadiga * Incomum: astenia Muito rara: dor no peito Investigações: Incomuns: aumento da amilase, aumento reversível da creatinina sérica , uréia , triglicérides e colesterol aumentados e glicosúria Rara: aumento das enzimas hepáticas (TGO, TGP) * Estes sintomas ocorrem especialmente no início do tratamento. São geralmente leves, e muitas vezes desaparecem no período de 1- 2 semanas de tratamento.

Posologia

Dosagem A dose inicial é de um comprimido de Biconcor 2.5/6.25 uma vez ao dia. Se o efeito anti-hipertensivo for insuficiente, pode-se aumentar a dose diária para 1 comprimido de Biconcor 5/6.25 uma vez ao dia e, se a resposta ainda for insuficiente, para um comprimido de Biconcor 10/6.25 uma vez ao dia. Duração do tratamento Tratamento com Biconcor é, geralmente, de longa duração. Recomenda-se a descontinuação gradativa do tratamento com bisoprolol, pois a interrupção abrupta pode ocasionar deterioração aguda da condição do paciente, em particular em pacientes com doença cardíaca isquêmica. Uso Oral Populações Especiais Dano Renal ou hepático Não é necessário ajuste de dose em pacientes com danos hepáticos leves à moderados ou danos renais leves à moderados (clearance creatinina > 30ml/min) Idosos Normalmente não é necessário ajuste de dose para idosos. Pacientes pediátricos Não há experiência pediátrica com Biconcor. Portanto, seu uso não pode ser recomendado para crianças.

Superdosagem

Os sinais mais comuns esperados com uma sobredosagem de betabloqueador são: bradicardia, hipotensão, brocoespasmo, insuficiência cardíaca aguda e hipoglicemia. A experiência com sobredosagem de bisoprolol é limitada. Apenas alguns casos foram reportados. Bradicardia e hipotensão foram observadas. Todos os pacientes se recuperaram. Há uma ampla variabilidade inter-individual relacionada a sensibilidade a uma dose elevada de bisoprolol. Pacientes com insuficiência cardíaca são provavelmente mais sensíveis. O quadro clínico de sobredosagem por hidroclorotiazida é caracterizado pela extensão da perda de fluidos e eletrólitos.Os sinais mais comuns são: vertigens, náusea, sonolência, hipovolemia, hipotensão e hipocalemia. Em caso de sobredosagem, o produto deve ser decontinuado. Tratamento de suporte e sintomático é recomendado. Dados limitados sugerem que o bisoprolol é dificilmente dializável. O grau em que a hidroclorotiazida é removida por hemodiálise não foi estabelecido.

Características farmacológicas

Diuréticos associados à betabloqueadores. Propriedades Farmacodinâmicas Estudos Clínicos têm demonstrado os efeitos anti-hipertensivos aditivos destes dois produtos medicinais e a eficácia da menor dose, 2.5mg/6.25mg, no tratamento da hipertensão essencial leve à moderada. Os efeitos farmacodinâmicos, incluindo hipocalemia (hidroclorotiazida), bradicardia, astenia e dor de cabeça (bisoprolol) são dose-dependentes. A combinação de ¼/½ das doses usadas como terapia com agente único (2.5mg/6.25mg) de ambos os produtos medicinais tende a reduzir tais eventos. Farmacodinâmica do bisoprolol O bisoprolol é um agente bloqueador beta1-adrenérgico altamente seletivo sem qualquer atividade simpáticomimética intrínseca e sem atividade estabilizadora de membrana significativa. Assim como outros agentes bloqueadores beta1-adrenérgicos, o mecanismo da ação anti-hipertensiva do bisoprolol ainda não foi completamente esclarecido. Entretanto, foi demonstrado que o bisoprolol produz redução marcante da renina plasmática e redução do ritmo cardíaco. Farmacodinâmica da hidroclorotiazida A hidroclorotiazida é um diurético tiazídico com atividade anti-hipertensiva. Seu efeito diurético é devido à inibição do transporte ativo de Na+ dos túbulos renais para o sangue, afetando a reabsorção de Na+. Farmacocinética do bisoprolol Absorção: Tmáx varia de 1-4 horas Biodisponibilidade alta (88%); Efeito de primeira-passagem hepática muito baixo; Absorção não afetada pela ingestão de alimento; Cinética linear para doses de 5-40mg. Distribuição: 30% ligado à proteína plasmática e alto volume de distribuição (aproximadamente 3L/Kg). Biotransformação: 40% da dose do bisoprolol é metabolizada no fígado. Metabólitos do bisoprolol são inativos. Eliminação: A meia-vida de eliminação plasmática é de 11 horas. Depurações renal e hepática são aproximadamente equivalentes e metade da dose (não metabolizada), assim como seus metabólitos, são excretados na urina. A depuração total é de aproximadamente 15L/h. Farmacocinética da hidroclorothiazida Absorção: A biodisponibilidade da hidroclorotiazida demonstra ser paciente-dependente, variando de 60- 80%. Tmáx varia de 1.5-5 horas (média de 4 horas) Distribuição: 40% ligado à proteína plasmática. Eliminação: Hidroclorotiazida não é metabolizada e é quase completamente eliminada como substância nãomodificada por filtração glomerular e secreção tubular ativa. O t ½ terminal da hidroclorotiazida é de aproximadamente 8 horas. A depuração renal da hidroclorotiazida é reduzida e a meia-vida de eliminação prolongada em pacientes com insuficiência renal e/ou cardíaca. O mesmo se aplica aos pacientes idosos, os quais também demonstram um aumento na Cmáx. A hidroclorotiazida atravessa a barreira hemato-encefálica e é excretada no leite humano.

Resultados de eficácia

Os efeitos foram aditivos no que diz respeito às reduções das pressões diastólica e sistólica. A dose de hidroclorotiazida de 6.25mg/dia produziu significativamente menos hipocalemia e menores aumentos do ácido úrico que a dose de 25mg/dia. A combinação de baixa dose de bisoprolol e hidroclorotiazida reduziu a pressão arterial diastólica a níveis inferiores à 90 mmHg em 61% dos pacientes e demonstrou um perfil de segurança comparável ao placebo. Não foram observadas alterações significativas nos níveis de glicose, cálcio, colesterol ou triglicerídeos com bisoprolol, hidroclorotiazida ou a combinação Referência Bibliográfica: Um Projeto de Teste Multifatorial para avaliar a Terapia de Combinação no Tratamento de Hipertensão com Bisoprolol e Hidroclorotiazida. Frishman WH et al. Arquivos de medicina Interna 154 (1994); 1461-1468.

Modo de usar

Conservar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC) e proteger da umidade. Biconcor deve ser tomado pela manhã com ou sem alimento. Devem ser engolidos com um pouco de líquido e não devem ser mastigados.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Dano Renal ou hepático Não é necessário ajuste de dose em pacientes com danos hepáticos leves à moderados ou danos renais leves à moderados (clearance creatinina > 30ml/min) Idosos Normalmente não é necessário ajuste de dose para idosos. Pacientes pediátricos Não há experiência pediátrica com Biconcor. Portanto, seu uso não pode ser recomendado para crianças. Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas Em geral a influência de Biconcor é pouca ou nenhuma na habilidade de dirigir e operar máquinas. Entretanto, dependendo da resposta individual do paciente ao tratamento, a habilidade de dirigir um veículo ou de operar máquinas pode ser prejudicada. Isto deve ser considerado particularmente no início do tratamento, na troca de medicação ou quando há interação com álcool.

Armazenagem

Conservar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC) e proteger da umidade.

Dizeres legais

M.S. 1.0089.0201 Farmacêutico(a) responsável: Geraldo César Monteiro de Castro - CRF-RJ 14021 Importado por: Merck, S.A. CNPJ 33.069.212/0001-84 Estrada dos Bandeirantes, 1099 Rio de Janeiro - RJ - CEP 22710-571 Indústria Brasileira. Fabricado por : Merck S.A. - Bogotá - Colômbia VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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