Bulas de Remédios

As bulas constantes no ER Clinic são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Laboratório

Merck

Apresentação

emb. c/ microgrânulos de ação prolongada, apresentadas em emb. c/ 8 cáps. Cada cáps. contém: Maleato de Dextrobromofeniramina 6,0 mg Sulfato de Pseudoefedrina 120,0 mg

Indicações

Winter ap está indicado no tratamento da congestão e hipersecreção das mucosas das vias respiratórias superiores, associadas com resfriados, alergias nasais, rinites vasomotoras ou crônicas, sinusites aguda ou crônicas, otite média secretora e obstrução da trompa de Eustáquio.

Contra-indicações

Winter ap é contra indicado para pacientes com glaucoma, hipertireoidismo, hipertensão, hipertrofia prostática, distúrbios da artéria coro-nária e diabete. Não deve ser administrado a mulheres grávidas ou no período de aleitamento, uma vez que a segurança do produto não foi es-tabelecida durante a gestação e lactação.

Interações medicamentosas

Deve-se evitar durante o tratamento com Winter ap, bebidas alcoólicas, sedativos, tranquilizantes ou hipnóticos. Observou-se ligeira sonolência em alguns pacientes e, por este motivo, deve-se aconselhar precaução ao dirigir veículos ou operar máquinas que requeiram atenção.

Reações adversas / Efeitos colaterais

Não foram relatadas reações adversas graves ou atípicas com o uso, nem inter-ferência em testes laboratoriais. De acordo com o paciente, as reações adversas podem variar em incidência e gravidade com o uso de anti-histamínicos. São estas as reações ligadas a bromofeniramina: retenção urinária, pancito-penia, trombocitopenia, anemia hemolítica, confusão, tremores, alucinação, reações gastro-intestinais, cardiovasculares e respiratórias assim como alterações de humor. Os efeitos colaterais mais comuns são: sonolência, tontura, sedação, desconforto epigástrico, boca seca, espes-samento das secreções brônquicas, erupção cutânea e falta de coordenação. No caso da pseudoefedrina, indivíduos mais sensíveis podem apresentar as reações semelhantes às da efedrina tais como: cefaléia, tontura, náusea, hipertensão, taquicardia e palpitações. De um modo geral as drogas simpaticomiméticas tem sido associadas às seguintes reações adversas: ansiedade, tensão, tremor, palidez, fraqueza, disúria, insônia, con-vulsões, alucinações, dificuldade respiratória, depressão do Sistema Nervoso Central, arritmias e colapso cardiovascular associado à hipotensão.

Posologia

Adultos e crianças acima de 12 anos: 1 (uma) cápsula de 12 em 12 horas ou de acordo com o critério médico.

Superdosagem

Em caso de superdose, podem ocorrer vários sintomas tais como: depressão do sistema nervoso central (sedação, apnéia, cianose, diminuição da vigilância mental, coma, colapso cardiovascular e até parada cardiorespiratória) ou estimulação (insônia, alucinações, tremores ou convulsões); euforia, ansiedade, agitação, excitação, taquicardia, arritmia cardíaca, palpitação, dor precordial, sede, sudorese, náuseas, vômitos, tonturas, zumbidos, cefaléia, falta de coordenação e fraqueza muscular, visão turva, hipotensão ou hipertensão, dificuldade para urinar, boca seca, pupilas dilatadas e fixas, rubor, hipertermia e sintomas gastrointestinais. Iniciar imediatamente o tratamento de emergência: Provocar vômitos, mesmo que estes já tenham ocorrido. A indução dos vômitos deverá ser feita preferivelmente com xarope de ipecacuanha. Não induzir vômitos em pacientes com alteração da consciência. Para facilitar a ação da ipecacuanha administrar de 240 a 360 ml de água e deixar que o paciente se movimente. Se o vômito não ocorrer em 15 minutos, repetir a dose de ipecacuanha.

Informações

As cápsulas contendo Maleato de dextrobromofeniramina e Sulfato de pseudoefedrina sob a forma de microgrânulos de ação prolongada, proporcionam uma atividade terapêutica prolongada, permitindo assim a manutenção de níveis adequados evitando elevações a níveis acima dos necessários e quedas a níveis abaixo dos terapêuticos. A liberação gradativa dos princípios ativos mantém o efeito terapêutico durante 10 a 12 horas, permitindo ao paciente o seu uso com intervalos de 12 horas.

dos evitando elevações a níveis acima dos necessários e quedas a níveis abaixo dos terapêuticos. A liberação gradativa dos princípios ativos mantém o efeito terapêutico durante 10 a 12 horas, permitindo ao paciente o seu uso com intervalos de 12 horas.